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História da Robótica

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Primeiros Passos Documentos datados de 1495 revelam um cavaleiro mecânico que era, aparentemente, capaz de sentar-se, mexer seus braços, mover sua cabeça, bem como seu maxilar. Leonardo Da Vinci teria desenhado o primeiro robô humanóide da história. Uma onda de histórias sobre autômatos humanóides culminou com a obra Electric Man (Homem Elétrico), de Luis Senarens, em 1885. Desde então, muitos robôs surgiram, mas a maioria servia apenas como inspiração, pois eram meras obras de ficção e ainda muito pouco podia ser construído. De 1920 a 1985                                 Marcos históricos de 1920 a 1985 O Tortoise, um dos primeiros robôs móveis, foi construído em 1950 por W. Grey Walter e era capaz de seguir uma fonte de luz, desviando-se de obstáculos. Em 1956, George Devil e Joseph Engelberger abriram a primeira fábrica de robôs do mundo, a Unimation, fabricante da linha de br...

Coimbra testa robôs para ajudar idosos

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Coimbra testa robôs para ajudar idosos. Isabel Neto tem 79 anos e um novo companheiro de casa: um robô do projeto GrowMeUp, criado para ajudar a melhorar a qualidade de vida de idosos que vivam sozinhos. O Futuris foi a Coimbra conhecê-lo.

Tinybots: pensando no futuro.

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Fundada em 2015 pelos engenheiros Wang Long Li e Robert A. Paauwe, a empresa Holandesa Tinybots veio com uma ideia inovadora no que diz respeito a Robôs Cuidadores. A ideia é simples, mas é vista com bons olhos e possui ótima oportunidade de crescimento. Basicamente, a Tinybots ofertará assinaturas anuais para familiares, centros médicos e cuidadores profissionais de um pequeno robô chamado Tessa. O preço da diária é €1. O Tessa é capaz de: ·          Responder perguntas; ·          Cantar música; ·          Lembrar coisas. Além do mais, ele possui características bem atrativas ao consumidor, já que seu acabamento é feito de madeira, tecido e flores de plástico, buscando levar um sentimento de tranquilidade e confiança aos idosos e todos os envolvidos.

Robô cuidador de idosos já é usado em casa de repouso

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Ele conversa diariamente para saber como o paciente está se sentindo, monitora a saúde emocional e passa informações aos médicos e à equipe de saúde. Apesar de realizar algumas das funções de um cuidador, estamos falando de Pepper, um robô cuidador de idosos de 1,21 metro de altura que oferece alguns tipos de cuidados. A invenção da empresa japonesa SoftBank Robotics custa 15 mil libras, o equivalente a R$ 57.760, e está em implementação em uma instituição de longa permanência em Southend-on-Sea, na Inglaterra. Lá, o robozinho patrulha a residência com a ajuda de quatro microfones e três câmeras com software de reconhecimento, capaz de identificar tons de voz e expressões faciais. Os resultados de suas análises ajudam a montar um cenário de como o indivíduo se sente. A partir daí, ele consegue reagir e conversar seguindo sua interpretação sobre o paciente. A ideia inicial, no entanto, não é a de que ele apenas interaja com cada um dos residentes, mas que principalmente...